domingo, 15 de abril de 2012

GASTRO "RECON" ENTERITE

Se há volta que vai ficar na minha memória é a de hoje devido às dificuldades com que a levei a cabo. E não porque era uma volta difícil, afinal de contas era o reconhecimento de um percurso que marquei para fazer um passeio com uns colegas de trabalho, mas sim pelas condições físicas com que o executei.

Uma arreliadora gastroenterite deixou-me como se tivesse feito 100km com acumulado de subida de 3000 metros.

O tempo hoje prometia água, e tivemo-la no final do percurso, mas saímos de Vila Nogueira debaixo de nuvens cinzentas, o Hipólito, o Flávio, o Renato e eu Mário.


Volta com inicio rolante pelas aldeias de Oleiros e Aldeia de Irmãos, seguindo pelos Canais e pelo estradão que vai sair à EN 379 um pouco antes do portão da Quinta de Calhariz. Depois de feito um pouco da mesma estrada em alcatrão saímos pelo caminho que vai dar á estrada de calhariz em terra batida, para passarmos pela aldeia das Pedreiras.




Cada pequena subida e depois até em percursos a direito eram um suplício para mim, mas o dever era mais forte e não ficava bem se não reconhecesse o percurso que tinha idealizado.

Pelo trilho conhecido como Fillet Mignon chegámos ás terras do Risco onde demos a volta e por pouco tempo repetimos o caminho, vindo depois até à estrada de Calhariz novamente.

Aqui voltamos à direita para chegar aos Casais da Serra, onde junto ao café voltamos á direita em direção à quinta da Ramada, e posteriormente a descer passar pelo parque de Campismo dos Picheleiros.




A partir daqui e debaixo de chuva sempre a subir até ao Alto da Brogueira, onde ainda tivemos tempo para a foto de grupo. Depois descida até Vila Nogueira e fim da volta.

Uma coisa vos garanto, nem os dias mais difíceis da Via Algarviana me custaram tanto como este dia de hoje, agora que estou a chá e torradinhas.


domingo, 8 de abril de 2012

PÁSCOA NO ALTO DE SÃO LUÍS



Primeira condição de hoje, acabar a volta cedo para todos estarem a horas dos compromissos de família devido aos almoços de Páscoa. Assim bem cedinho saímos de Azeitão, o Hipólito, o Nando, o Renato, o Pedro Maricato e eu Mário.

Pela EN 10 seguimos no sentido de Vila Fresca e na Quinta Velha virámos para subir a serra até ao Fim do Mundo, onde a descer passamos a quinta do Paraíso, nova subida curta e mais uma descida até à estrada dos Picheleiros junto á quinta da Amorena. De novo seguimos até ao caminho da Comenda que fizemos até cruzar a ribeira da Ajuda, mas desta feita fomos por um caminho que passa pela quinta do Esteval, onde tivemos de ultrapassar um obstáculo que alguns chamam de muro.























Cruzamos a EN 10 e seguimos pela estrada do rego de agua, por pouco tempo, já que virámos no sentido da capela de São Luís da Serra pelo caminho sempre bonito de se fazer, e quando alguns de nós pensava que íamos fazer a paragem da praxe, nada disso já que o homem do GPS disse que a volta não passava por lá.

Seguimos no sentido das pedreiras mas virámos num single track que vai dar ao alcatrão um pouco antes da EN 10 junto ás bombas da BP. Antes de chegarmos á EN10, voltámos à esquerda por um single desconhecido da maioria de nós, para passarmos no local onde o Nando caiu no ano passado (Domingo de Páscoa) e que tantas arrelias lhe deu a nível do braço.
Passamos pelo casal da Boa Esperança e chegados a São Paulo, virámos à esquerda para subir até ao alto e bem perto do cruzamento das antenas voltarmos por um caminho que desconhecíamos mas eu já tinha visto numa crónica da Brigada dos Rijos.

Depois de feita esta variante que foi do agrado do pessoal, começamos a subir para aquele que era o ponto alto do dia, o Alto da Serra de São Luis onde está instalada a torre de vigia de prevenção aos fogos. E que subida meus amigos, quando chegamos lá acima as pernas tremem mas a vista deslumbrante em 360º compensa tudo isto.Tiradas as fotos da praxe, e sem tirar a foto de grupo devido a uns “artistas do pedal“ (Estúpidos mesmo!) que chegaram e nem respeitaram o facto de alguém estar a tirar fotos, colocando-se que nem "emplastros".

Descemos por onde subimos e chegados ao portão viramos á esquerda para passar de pedreira para pedreira e virmos apanhar novamente a estrada que nos levou até ao vale de barris com uma passagem pelo trilho da Escudeira. Entretanto perdemos o primo do Renato, o Pedro, que seguiu em frente enquanto nós tínhamos virado á direita. Sem problema porque voltamos a reunir na estrada do Vale de Barris e rolar até ao Alto da Necessidades e depois até Vila Nogueira.

Terminamos a volta cedo e todos regressaram a casa a tempo do almoço em família. Boa Pascoa a todos.