domingo, 8 de setembro de 2013

AH! FIGOS DUM C...~.


Novamente esta semana fomos 4, para a volta porém o Hipólito foi substituído pelo Renato, os restantes como devem imaginar foram os mesmos da semana passada, o Fernando, o Mário e o Flávio.
Cheios de preguiça para pedalar, resolvemos dar uma trégua aos lados de Sesimbra (contrariando o meu antebraço esquerdo), e resolvemos ir suar um pouco para os lados de Palmela.

Após a subida quase da praxe, ao moinho do Cuco, descemos para o Vale de Barris, e na portela, subimos pela "Asa Delta", pelo que após este esforço, ao qual já não estamos muito acostumados, resolvemos refrear os ânimos e emborcamos pela estrada por de baixo dos moinhos... Sim aquela mais para o plano e numa curva de nível mais baixa.
Lá chegámos à vila "altaneira", e após uma ligeira subida resolvemos descansar um pouco no miradouro da rua Hermenegildo Capelo, espaço este em que nos dedicamos ao que fazemos bem especialmente quando a vontade de pedalar não é muita... A já célebre sessão fotográfica, onde alguns tentam captar os ângulos mais absurdos e outros tal a quantidade de utensílios de captação de momentos, ficam sem saber para onde posar.

Depois desta grande "trabalheira" lá decidimos descer pela "Cobra", para no fim desta e já na Baixa, cobiçarmos uns certamente deliciosos figos, que mesmo para o mais comprido do grupo, se revelaram inatingiveis... Água na boca, caros leitos... Água na boca... 
Lá seguimos nos para "labútes", e caminho de São Paulo, lá encontrámos novamente os inatingiveis figos, desta feita de pita, e carregados de picos, o que imposibilitou, as minhas delicadas mãos, de os acolher no seu seio.

Depois de revisitar o local onde fracturei o ombro à cerca de dois anos, atravessamos a N10, para nos dirigirmos ao Viso, não sem antes subirmos a nossa "velhinha" tartaruga... Eu claro está, fiz todinha a "penantes"... Pois sem figos, e com o antebraço um pouco fora do local próprio, não me atrevi a desafiar esta parte do meu corpo que ultimamente tem boicotado as minhas voltas e forma física.
A seguir descemos por um dos vários aceiros que nos conduzem à Comenda. Neste local, tempo para comer... Tudo... Menos figos!

Pelo Forte de Mil Regos, seguimos, até ao Vale da Rasca onde pela N379-1, pedalamos até à Ponte da Rasca, onde voltamos para a M528, vulgarmente conhecida por estrada dos Picheleiros, onde constatámos mais um trilho encerrado. Subimos o Herman... "Salvo seja! Acho que fica melhor, subimos pelo Facém, e terminamos o passeio de hoje, com 34 km, 663 metros de subidas e sem comermos figos.




















domingo, 1 de setembro de 2013

MOAGEM


Neste domingo de inicio de Setembro deslocámos nos novamente para o concelho de Sesimbra, no que nestes últimos meses, quase se tornou um hábito para o grupo, evitando as subidas da nossa serra, e o cansaço provocado por estas, nestes dias quentes de verão. Tornando as idas para esta região numa verdadeira moagem às restantes alternativas. Hoje apareceram quatro CicloBeatos, o Hipólito, O Fernando, o Mário e o Flávio.

Inicialmente fizemos um pouco de asfalto até aos Casais da Serra, onde "caricatamente" perdemos o Mário, gerando o primeiro momento de moagem do dia. Então, não é que, o rapaz meio adormecido, ficou para trás a contemplar o horizonte e decidiu mudar de rumo, numa escapatória, por iniciativa própria, descurando que o seus companheiros se encontravam mais à frente à sua espera para alterarem o rumo, após a sua inclusão no pelotão. Após breves quilómetros de confusão, sem o individuo, lá demos com o "moço" uns quilómetros à frente, achando que quem estava com o passo trocado eram os seus colegas... Lá continuámos, desta vez mais acordados e com o Mário debaixo de olho, para não escapar outra vez. 

Depois da "énesima" passagem pela aldeia das Pedreiras, seguimos na direcção da Fonte de Sesimbra e na Aiana de Cima, tentámos atalhar pelo já nosso conhecido e arenoso trilho dos cavalos, o qual desta feita não foi possível atravessar devido à presença de três doçeis e enormes cães, que pelos vistos agora povoam esta propriedade privada, o que certamente o irá transformar em mais um trilho encerrado à pratica do BTT, mais uma moagem... Tivemos de recuar, e voltar à estrada da Lagoa, fazendo asfalto até à entrada da herdade da Apostiça.

Já de regresso à casa, desta vez seguimos um caminho que nos leva às Fontainhas, porém para moer, mais um pouco, enganamo nos, no trilho e ainda andamos em terrenos de caça grossa, e com muito mato, daquele que se agarra a roupa e aos braços, as já célebres e nossas amigas "silvias".
Depois de já nos encontrarmos em terrenos confortáveis, pedalámos pela Boa Água, entrámos na N10, e após a divisão do grupo, lá voltámos os dois do costume, e no que também já se tornou uma moagem, ao trilho HF, exclusivo do duo, estavam feitos 45 km com uns "míseros" 497 metros de acumulado.








sábado, 31 de agosto de 2013

SUBIDAS MÍTICAS DO PNA (PARTE IV)

Desta vez, deixo nesta rubrica de subidas míticas, as cinco escaladas, que podem não ser consideradas dentro desses parâmetros, porem para nós, estão dentro do rol das que merecem lugar de destaque nesta lista, ou seja, as suplentes de luxo, as irmãs bastardas, ou mesmo as chatas da família, também por algumas serem extensas e difíceis de ascender, sejam evitadas pela grande maioria dos Betetistas, ou preferindo na maior parte dos casos o sentido inverso.
Aqui ficam as pretendentes ao titulo, ou as feitas ao contrário, ou como costumamos apelidar... À la CicloBeato!


ALCUBE / VALE BARRIS


 Situada em terras de Alcube, a caminho do vale dos Barris, iniciando-se junto à ponte que atravessa a ribeira de Alcube e prolongando-se por 1100 metros até à estrada do vale, no sitio das Oliveirinhas, é uma subida normalmente, utilizada no sentido contrário, a descer, porém ela está lá, e também têm o sentido inverso, muitas vezes utilizado pelo nosso grupo para regresso a casa evitando o já monótono e enfadonho regresso pelos Picheleiros. De facto não têm muito de mítico, mas como é muito utilizada, acho que merece constar nesta lista. Se por acaso têm outro nome ou arranjam outro melhor, por favor colaborem.

Não é uma subida de dificuldade elevada, pois não é muito inclinada, no entanto pode-se revelar maçadora para quem já vêm com muitos quilómetros de mato nas pernas, e regressa a casa. A "brita" que constantemente colocam a meio da via e perto das habitações, também pode prejudicar a ascensão, já que nesta zona se encontra o ponto de maior inclinação, porém nada que não se consiga fazer com alguma facilidade.
Indicada para principiantes, para testar o "endurance", após uma sessão divertida nas terras do vale de Alcube.

Estando incluída numa zona de rara beleza plástica, neste local razoavelmente protegido pela vegetação, não se vislumbram grandes motivos para contemplar a paisagem, já que é uma subida bem protegida pelas colinas sobranceiras e recheada de vegetação, logo deste modo não nos permite, ter uma grande percepção da sua beleza envolvente.

Como perigo, o facto de esta subida ser bastante utilizada no sentido descendente, faz dela, uma potência em acidentes, pois as probabilidades de um violento embate frontal são enormes. Vários grupos lançam-se pelo caminho abaixo com grande velocidade, e descem como se não houvesse transito no local... Às vezes... "Shit happens".

38°32'22.13"N

  8°57'42.31"O



CASAL DO VENTO GRANDE


Tal como a Jibóia, de que já falamos anteriormente (Subidas Mitícas do PNA Parte II), situa-se na Serra dos Gaiteiros, têm de extensão 1000 metros, tomando como ponto de inicio, a entrada junto à Arca de Água, e como final, o asfalto da via que vai para o antigo retransmissor da RTP, na Costa Velha.

O inicio desta subida é terrivelmente técnico, pois os primeiros metros são feitos literalmente em "cima do calhau", alguns bem afiados, que podem deitar por terra as pretensões a um dia agradável. Não sendo uma subida muito inclinada, têm diversos obstáculos pelo caminho, sendo o principal, o solo bastante irregular, com vários regos, provocados pelas águas da chuva, muitas pedras, pedrinhas e pedregulhos.
Outro dos obstáculos encontra-se na zona plana e intermédia da subida, no que poderia ser uma zona de descanso a meio da escalada, não o é... Pois existem geralmente dois enormes... Acho que já se podem considerar charcos. Que quanto não estão repletos de água, estão cheios de lama (salvo este Verão), obrigando-nos a contorna-los, por um "estreitissimo" trilho forjado pela mão humana, e através da apertada vegetação, onde a capacidade técnica têm necessariamente de emergir, senão vejamos... Chão desnivelado, pedras, lama e vegetação. De qualquer modo, de outra forma tinhámos de ir ao banho no charco... Pelo menos no Inverno.

Passando este obstáculo, onde poderíamos ter descansado um pouco, chegamos a uma zona onde o terreno é um pouco melhor, porém, e perto de uma passagem do Trilho do Sol (Downhill), o terreno volta ao normal (para esta subida, é claro!), e as dificuldades até ao final mantêm-se.
Dificuldades à parte, para mim é das mais belas subidas para se fazer, o visual sobre a cidade de Setúbal e a vegetação abrangente é qualquer coisa de muito boa, de observar, além de que, para os dias mais quentes existem a meio do trilho, várias protecções naturais, que ajudam o ciclista num local repleto de adversidades.

Sem dúvida, que aconselho esta ascensão, a utilizadores avançados. Para iniciantes, poderá tornar-se uma bela mas pesada caminhada, pois levar a bicicleta à mão também custa.
No entanto não posso deixar de aconselhar a passagem por este local, pelos motivos que anteriormente mencionei e mais alguns.

 38°32'37.82"N

  8°54'53.48"O



PORTELA (ASA DELTA)


Outra das subidas, apêndice, ou utilizada na maior parte das vezes como descida. Para o nosso grupo, é bastante utilizada a subir, geralmente como apêndice do "Caí-de-Costas", fazendo parte inclusive de uma das nossas rotas de eleição, e teste final à entrada no grupo, a já mítica "Dureza". (DUREZA)

Esta é das "curtas, mas grossas", pois só têm 480 metros de comprimento, começando na estrada de Vale de Barris, próximo do casal da Rainha e terminando junto ao sopé do moinho da Fonte de Sol.
Quase todos a conhecem por Asa Delta, nome com o qual ainda não lido muito bem, pois ainda não reconheci, razão ao seu significado. Para mim é a subida da Portela, já que fica precisamente situada, no local da Portela, local por onde as gentes vindas das Cabanas passavam, para os Vales de Barris e de Alcube, e vice-versa.

Não é uma subida técnica, muito pelo contrário, apenas o inicio pode ser ligeiramente complicado, quando existem regos de água, e o final um pouco mais inclinado, também a "brita" que ocasionalmente depositam na zona poderá ser um obstáculo, porém nada que impeça a subida montado na bicicleta.
Só para terem uma ideia do tipo de subida posso afirmar que nos 480 metros da sua composição, subimos em altitude, por volta de 50 metros, dos 130 aos 180 metros.

Este local é um dos que concentra num tão curto diâmetro, dois ou três dos melhores e mais conhecidos "spots" da nossa modalidade.
Boa para todos os níveis de BTT. Para os mais avançados recomendamos a continuação pelo "Caí-de-Costas". Para os "Dowhillers" a ida pelo "Fio-Dental". Para os de nível médio, a ida na direcção da Serra do Louro. Para os principiantes, a ida por entre a Serra de São Francisco e a Serra Longa, até à N10, nas Cabanas. E finalmente para os "loucos" como nós, CicloBeatos, a descida, pelo trilho das águas da chuva, junto à Fonte do Sol.

 38°32'44.69"N

  8°57'50.22"O



 ROMANA (RUA DA PORTELA - PALMELA)


Situada em Palmela, na rua da Portela, mesmo por de baixo do Castelo da vila, em terrenos do Bate Folha, e tal como a estrada da Cobra, faz a ligação desde a Baixa de Palmela, à vila altaneira.
São 1250 metros desde a Bezelga, na Baixa, e na estrada da Cobra, até ao sopé do Castelo, junto a um miradouro, por debaixo do jardim da esplanada.

O inicio na Bezelga, é bastante irregular com vários regos, provocados pela água da chuva, logo a seguir vêm as pedras, no que outrora seria uma estrada romana, e que na idade media e posteriormente, foi reconstruída, pois era certamente por aqui que se fariam os acessos ao Castelo, apesar de muito destruída as pedras que componham a estrada ainda são bem visíveis e palpáveis, e prejudicam bastante a escalada neste ponto inicial, e durante quase 400 metros. Não é ó Renato!? (Risos)
A partir do fim desta parte danificada da estrada, é uma subida relativamente fácil de realizar, apenas é necessária a atenção em não colocar a roda numa pedra ou outra fora do lugar.

Um dos vários motivos de interesse da subida para além das magnificas vistas sobre a Baixa e Vale de Barris, e a sempre imponente, presença do Castelo, é a estrutura metálica que se encontra no lado Nascente junto à encosta, no que certamente seria algo em que se aproveitaria as águas, que passam nessa zona, talvez um lavadouro.


Esta não é uma subida para principiantes, a não ser que a façam a pé, pois é bastante técnica, para estes aconselho primeiro a sua descida, mas com muita atenção na zona das pedras, estas podem tornar a vossa manhã ou tarde num pesadelo.
Se és amante da vida selvagem, por vezes, na parte final, a estrada encontra-se repleta de ovinos e caprinos, pois esta encosta é repleta de vegetação. Também para quem gosta de conhecer locais por prazer, como nós, vale a pena experimentar, não interessa o sentido, pelo menos o lavadouro vale a pena visitar.

 38°33'34.81"N

  8°53'56.78"O



GRELHAL / SERRA DE SÃO LUÍS


Esta subida já aqui foi referida, em SUBIDAS MÍTICAS PARTE II, a quando da referencia, à subida ao Posto de Vigia de São Luís da Serra, porém como estamos a falar de apêndices, vamos disseca-la mais ao pormenor.

Inicia-se no Grelhal, na N10, junto à antiga discoteca "Leo Taurus" (actualmente restaurante), os primeiros metros, são feitos em alcatrão (640 mt), um pouco mais inclinados a seguir à primeira curva, mas nada que não se faça sem grande dificuldade, até porque é asfalto, a estrada é larga, e dá para ziguezaguear e assim criar velocidade para a subir melhor. O perigo poderá ser algum ciclista em sentido contrário em grande velocidade e que venha em contra mão, na zona da curva.

Depois de se atingir a cancela junto à entrada da Quinta da Pena e à entrada do trilho dos Combros, o asfalto acaba e as facilidades também. A inclinação sobe de percentagem, os regos de água multiplicam-se e a brita geralmente abundante no local obrigam a um esforço sobre humano para levar de vencida esta, digamos segunda fase da subida.

Chega-se ao terreiro da antiga pedreira, e não se têm descanso, pois a percentagem de inclinação suaviza, mas só ligeiramente, e continua-se a subir, neste local a vista para Nascente e sobre a cidade de Setúbal é descomunal, entretanto passa-se o pinheiro manso e a inclinação vai suavizando generosamente, acabando pro dar tréguas ao corpo, o final da subida é quase em plano servindo para recompor a respiração, terminando junto ao cruzamento que pode levar ao cimo da Serra, no Posto de Vigia... Ou não!
Até aqui são 1570 metros, se continuarem para cima... São só mais 1560 metros.

Não é uma subida para "rookies", no entanto como têm vários acessos a ela, em altitudes diferentes, que tal, irem tentando por fases, de certeza que com treino chegam lá.

38°31'53.38"N

    8°55'2.74"O

domingo, 25 de agosto de 2013

TT "TRILHOS TROCADOS"

Para mim e para o Hipólito que nos deslocamos desde Almada, o dia começou com um pequeno atraso, o suficiente para a divisão do grupo no dia de hoje, todos sabemos que a hora de saída é pelas 7.15 de Vila Nogueira de Azeitão, e a essa hora os dois elementos de Azeitão, o Mário e o Renato, arrancaram para a volta "domingueira", julgando que nós não chegaríamos, neste dia, eu por continuar lesionado no braço e o Hipólito por estar de férias.

A divisão de Almada só chegou ao local pelas 7.20, e como eu, habitualmente não levo telemóvel para a volta, confiei no telemóvel do vizinho... Mas para azar o Hipólito trocou de telemóvel, e no que levava, não tinha o contacto do Renato... Mas pensamos sempre, que este, estaria sozinho à nossa espera, pois o Mário têm tido sessões sabáticas de "biceps de balcão" e certamente hoje também faltaria. Portanto nem era necessário telefonar ao individuo, para não o acordar.
Chegámos ao local e... Ninguém do grupo... Ficamos admirados, mas como não tinham existido contactos no dia anterior, pensamos que estávamos só os dois.

Na divisão de Azeitão, que arrancou à hora certa, o Mário ainda comentou, que esta semana ninguém entrou em contacto com ninguém, e achou estranho, porém como estamos sempre lá, todos à hora combinada, não se preocupou, e lá iniciaram o já afamado "Tour das Igrejas e Capelas", volta que serve para quando estamos fartos de todos os outros percursos e queremos algo mais leve, mas com algum interesse.
Por entre o visitar de tudo o que é edifício religioso na região, os rapazes dirigiram-se para o Alambre, onde rumaram na direcção da Serra de São Luís.

Entretanto no grupo de Almada, remetido à pesquisa de pequenos e novos trilhos, também, fez uma incursão no Alambre, pelo que os nossos caminhos não se cruzaram por muito pouco, pois segundo a hora de registo de duas fotos obtidas, por cada um dos grupos, perto do planalto do Alambre, a distancia entre ambas era de 5 minutos. Portanto foi uma razia. Já que ambos estivemos, no parque de merendas e atravessamos o ribeiro, neste local, e até houve como uma espécie de transmissão de pensamentos já que ambos os grupos constataram que este sitio, se encontrava num estado lastimoso, carregado de lixo, fruto da ignorância de quem o utiliza.

Enquanto o grupo de Azeitão continuava a sua profissão de fé, o de Almada, rumou ao concelho de Sesimbra e continuo a exploração de novas alternativas, junto à Venda Nova e a Charneca da Cotovia, regressando ao ponto de partida onde tiraram uma foto pelas 11.06, encerrando a volta. Os de Azeitão, tiraram a foto junto à Igreja de Vila Nogueira pelas 11.20 e de seguida encerraram também a sua peregrinação.

Caso para dizer que mesmo por trilhos trocados, quase nos cruzávamos, uns à espera que um milagre os fizesse reaver os dois companheiros perdidos, e os outros por caminhos nada, habituais, na esperança de encontrar os colegas extraviados.
De facto, os mistérios da mente humana são insondáveis.

Os de Azeitão, à espera dos de Almada...






Os de Almada, na chegada com foto comprovativa ... Pelas 11.06

Os de Azeitão na chegada, junto à última capelinha pelas 11.20

domingo, 18 de agosto de 2013

FISIOTERAPIA NA SERRA DA ACHADA


Hoje regressei ao convívio com os meus amigos, numa tentativa de verificar como está a decorrer a minha recuperação. De facto não está a ser célere como eu desejei, pois as dores ainda são algumas e o constrangimento dos músculos do antebraço ainda é intenso, só mesmo um "doidinho" como eu, para ir pedalar assim, nesta condição. Mas a vontade de estar com os meus companheiros de aventuras é enorme e nada... Ou quase nada... Me demove de o fazer.

Realizamos cerca de 30 km, com 362 metros de acumulado, num passeio em que fizemos asfalto até aos Casais da Serra, depois pelos Casais de Calhariz, fomos até à aldeia das Pedreiras, seguidamente fomos pelo trilho a sul, até à M585 (Estrada do Facho de Santana), e entramos no casal da Mina, tudo isto em terras da Serra da Achada.

O regresso foi feito pela Maça, depois o desvio da praxe na direcção do Alto das Vinhas, passando pela Charneca Grande, Jardia, e Quinta da Conceição, quando o meu antebraço já pedia o rápido regresso a Vila Nogueira, os meus dois marotos colegas, quiseram ensinar-me um caminho, e castigaram-me um pouquinho. Eu até os compreendo, pois na semana passada deixei-os sozinhos, por isso tive de pagar tributo... (Risos)
Levaram-me para o Vale Andeiro, e no Casal de Bolinhos fizemos a inversão de marcha, para utilizarmos o trilho privativo do HF, pela primeira vez a três... Será que se irá chamar a partir de hoje HFR !?

Em suma uma volta muito "Light", tal como o meu antebraço pedia, porém no final estava com grandes dores, pois o tendão esticou um pouco mais do que está habituado e o resultado foram mais algumas dores, de qualquer modo hoje ao escrever estas linhas penso que até me fez bem, já mexo melhor o braço e com a preciosa ajuda de gelo o inchaço já diminuiu bastante.
Portanto para a semana haverá mais... No sitio do costume à hora do costume.